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O indivíduo em foco possui uma história notável, contudo permanece relegado ao anonimato, uma vez que até mesmo sua origem é pouco reconhecida.
A Moita do Nel traz em sua história um grande valor histórico e cultural, e que perpassa gerações. O Nel representa, sem dúvida, um personagem, estrangeiro, estranho, solitário, pedinte, presente na história local tão real quão mítico. De acordo com as narrativas de algumas pessoas da comunidade, “ninguém sabia de onde ele teria vindo. Ninguém conhecia seus familiares. Era apenas Nel. E foi assim, que ele passou a história.” Sobre ele tem muitos relatos sem qualquer exatidão.
O indivíduo em foco possui uma história notável, contudo permanece relegado ao anonimato, uma vez que até mesmo sua origem é pouco reconhecida.
De acordo com as narrativas dos moradores da comunidade, Nel vivia nas margens do rio Vanzantes, sob a Moita, onde passava a maior parte de seu tempo. Ele subsistia como pedinte, recebendo doações da comunidade de Vanzantes. Seu corpo exibia numerosos ferimentos, e seu odor era tão intenso que as pessoas acreditavam que, quando ele viesse a falecer, seu corpo seria insuportável de ser visitado. No entanto, o desfecho surpreendeu a todos. Em um certo dia, Nel veio a falecer, e as pessoas ficaram perplexa. Seu corpo não exalava mais o mal cheiro característico, mas sim um suave perfume de flores. A população ficou ainda mais perplexa ao perceber que o mesmo aroma era idêntico ao das flores que crescem na árvore conhecida hoje como a "Moita do Nel". Dessa forma, a história desse indivíduo é notável, porém, ele continua envolto em mistério, já que suas origens permanecem pouco reconhecidas pela comunidade.